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Capitães de petroleiros aprendidos pelas autoridades santomenses julgados sexta-feira

  • Óscar Medeiros

Acusados de contrabando ou descaminho e importação e exportação ilícita de bens ou mercadorias

Os capitães dos dois navios petroleiros são acusados pelo ministério público santomense de contrabando ou descaminho e importação e exportação ilícita de bens ou mercadorias, crime que incorre na pena de um a cinco anos de prisão.

Os dois homens, um de nacionalidade turca e outro de nacionalidade ucraniana estão em liberdade instalados num dos hotéis do país mediante o termo de identidade e residência e pagamento de uma caução de cerca de cinco mil dólares cada um.


Segundo apurou a voz de América os dois navios Duzgit Integrity e Marida Melissa um com bandeira de Malta e outro das ilhas Marchal encontram-se ao serviço do STENA Oil, uma empresa internacional de comércio de produtos petrolíferos.

Perante a situação surge uma carta da Sonangol Shiping enviada por e-mail e subscrita por Onésimo Gaspar solicitando a intervenção da Agência Santomense de Viagens Marítimas Hull-blyth com vista a resolução do problema o mais urgente possível.

Nesta carta Onésimo Gaspar explica que os petroleiros tinham como programa a troca de equipamentos tais como mangueiras e concordaram fazer esta operação vinte milhas offshore, fora das águas territoriais, contudo explica a carta de Onésimo Gaspar da Sonangol Shiping que devido ao mau tempo os dois navios moveram-se param o norte da ilha de São Tomé à procura de abrigo.

A carta adianta ainda: “Já houve uma perda grande para os nossos clientes devido a este atraso, e mais, os dois navios têm programas que devem ser cumpridos o quanto antes.”

Contactado pela reportagem da Voz de América, o advogado dos capitães dos dois petroleiros, Pascoal Daio, prefere aguardar pela decisão de tribunal santomense.
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