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Governo de Moçambique assume dívidas dos Jogos Africanos


Foram-se os jogos ficaram as dívidas

Foram-se os jogos ficaram as dívidas

Dívidas resultam de serviços prestados por fornecedores nacionais ao comité organizador dos jogos

Foram-se os jogos e ficaram as dívidas. Dez meses depois dos Jogos Africanos realizados na capital moçambicana Maputo, os fornecedores nacionais que a título de fiado prestaram serviços ao Comité Organizador dos Jogos africanos, COJA, continuam a espera do respectivo pagamento.



São dívidas pelos de fornecimento de alimentação, transporte e aquisição de mobiliário para a vila olímpica, que pelas contas divulgadas recentemente pelo jornal privado “O País”, ascendem a 43 milhões de dólares americanos.

Depois de dúvidas sobre quem iria fechar as contas abertas, o Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano, disse hoje que as dívidas serão assumidas pelo governo, restando saber quando o pagamento será efectuado.

Para além das dívidas, um complexo residencial já vendido, uma piscina olímpica subaproveitada, pavilhões desportivos degradados e uma espectativa de medalhas gorada é o balanço na visão dos críticos.

Para o governo, o orgulho de ter feito uma boa organização vale mais do que qualquer outra crítica.

O COJA é um organismo criado para gerir a organização dos jogos africanos, mas que até ao momento continua com parte do pessoal a beneficiar de remunerações, praticamente, sem qualquer actividade, até que o governo decida pela sua desactivação, que pelos planos do ministro, vai acontecer em breve.

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