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União Africana não gosta do assédio a Kadhafi


Sessão do TPI sobre a Líbia que determinou o mandado de captura contra o presidente Muammar Kadhafi

Sessão do TPI sobre a Líbia que determinou o mandado de captura contra o presidente Muammar Kadhafi

Reunidos em cimeira na Guiné-Equatorial os Chefes de Estados e governos africanos deverão solidarizar-se com o líder líbio

Responsáveis da União Africana queixam-se da acção do Tribunal Penal Internacional e afirmam que os seus esforços de mediação da paz estão a ser postos em causa.

Ramtane Lamamra Comissário da UA para a Paz e Segurança disse hoje a jornalistas em Malabo que as posições do Comité dos cinco chefes de Estados encarregues pela mediação do conflito na Líbia foram claras, e reflectem as criticas do presidente sul-africano Thabo Mbeki. Mbeki acusou a NATO de tentativa de assassinato do Coronel Muammar Kadhafi.

Angola através do seu ministro das relações exteriores também criticou a acção do TPI tendo afirmado que este tribunal das Nações Unidas está a usar a Africa como seu alvo principal, através de casos de perseguições de líderes políticos.

George Chicoti disse que os paises membros da União Africana esperam travar essas acções através de uma coordenação dos seus governos.

Na edição desta semana da Agenda Africana, analisamos com o Professo André Thomas Hausen da Universidade de Pretória as possibilidades de aplicação dos mandados de captura contra o Coronel Muammar Kadhafi, seu filho Seif al-Islam e o responsável dos serviços secretos líbios.

Ouça o segmento sonoro no inicio desta página.

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