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Vinte pessoas formalmente acusadas de tentativa de golpe de Estado em São Tome e Príncipe


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Ministério Público entrega aos tribunais caso registado em Agosto

O Ministério Público (MP) de São Tomé e Príncipe acusou 20 arguidos de crimes, incluindo atentado contra o Presidente e associação criminosa devido ao que chama de "tentativa de golpe de Estado, desmantelada" em Agosto.

Em comunicado enviado às redacções nesta quinta-feira, 8, o MP cita os crimes de alteração do Estado de Direito, posse de engenhos e substâncias explosivas e contrafação de moedas e de conjura atribuídos aos arguidos.

Entre as duas dezenas de arguidos cujos nomes não foram divulgados pelo comunicado, estão os três cidadãos espanhóis e dois são-tomenses detidos preventivamente desde essa altura.

Em Agosto, um comunicado do Governo são-tomense informava ter impedido uma "acção terrorista" que visava o sequestro do Presidente da República, do presidente da Assembleia Nacional e a eliminação física do primeiro-ministro e chefe do Governo.

"Nesta operação foram detidos por enquanto três indivíduos de nacionalidade espanhola e dois cidadãos nacionais", indicava a nota, acrescentando que "além destas detenções, foram apreendidos na posse dos três cidadãos espanhóis, que actuavam no país como mercenários, material bélico, facas de mato, granadas, binóculos e óculos de visão nocturna, uniformes estrangeiros com distintivos nacionais, entre outro equipamento".

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