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Um dos acusados de matar Marielle Franco recebeu 34 mil dólares meses depois do assassinato


Manifestações marcaram primeiro aniversário da morte da vereadora

Um relatório do Conselho de Controlo de Actividades Financeiras (Coaf) revelou ter sido feito um depósito de 100 mil reais, cerca de 34 mil dólares, em dinheiro, na conta do policia reformado Ronnie Lessa, acusado pelo assassinato da vereadora do Estado do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e do seu motorista Anderson Gomes.

O depósito foi feito no dia 9 de Outubro de 2018, sete meses depois do crime.

Presos dois antigos polícias militares acusados de matar Marielle Franco

Ronnie Lessa e outro antigo polícia militar Elcio Queiroz foram detidos na quinta-feira, 14, de terem disparado contra a vereadora e o motorista a 14 de Março de 2018.

A acusação diz que Ronnie Lessa é o autor dos 13 disparos que mataram Marielle e Anderson, enquanto Élcio Vieira de Queiroz conduziu o carro de onde saíram os tiros.

A investigação ainda tenta esclarecer, no entanto, quem foram os mandantes do crime e a motivação.

Ministro brasileiro diz que investigação do caso Marielle vai continuar
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“É incontestável que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da actuação política na defesa das causas que defendia”, diz a acusação, acrescentando que a barbárie praticada na noite de 14 de Março do ano passado foi um golpe ao Estado Democrático de Direito.

Numa primeira reacção, o deputado federal Marcelo Freixo, do Partido da Solidariedade, a que pertencia Marielle Franco, disse que, apesar das duas prisões, o caso "não está resolvido".

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