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UE considera missão de formação para estabilizar Moçambique


Josep Borrell, responsável pelos assuntos de política externa e política de segurança da UE

A União Europeia considera o envio de uma missão de formação civil a Moçambique para ajudar o governo a resistir a uma crescente insurreição , disse na quinta-feira o chefe da política externa da UE, Josep Borrell.

O governo de Moçambique enfrenta uma insurreição islamista desde 2017 e os rebeldes intensificaram os ataques no ano passado, pondo em risco projectos de gás natural que visam transformar a economia do país...

Em Setembro, Moçambique escreveu à UE pedindo ajuda para treinar as suas forças armadas para combater a insurreição.

"O governo de Moçambique tem vindo a pedir ajuda, vamos tentar enviar uma missão de treino... para conter a situação de segurança", disse Borrell ao chegar para uma reunião dos ministros da defesa da UE, que irão discutir Moçambique.

Borrell disse que qualquer missão seria semelhante ao envolvimento da UE no Sahel, onde os seus peritos fornecem formação e aconselhamento às forças de segurança nacionais. A UE também treina as forças armadas do Mali e combate o crime organizado no Níger.

Não ficou claro se a UE iria considerar uma componente militar para qualquer possível missão em Moçambique.

Desde 2007, a UE tem em stand-by grupos de combate de 1.500 pessoas que podem ser destacadas até 120 dias, mas que nunca foram utilizadas.

A UE está também a estudar a criação de uma força de resposta rápida de cerca de 5.000 soldados para intervir em crises internacionais, embora os

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