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Tshisekedi ordena auditorias a contratos de exploração de florestas na RDC


Presidente diz que alguns contratos devem ser imediatamente cancelados e ambientalista afirma que "mais vale tarde do que nunca"

O presidente da República Democrática do Congo ordenou hoje uma auditoria a todas as concessões de exploração das vastas florestas do país e a suspensão imediata de todos os “contractos duvidosos”.

Cerca de 60% das florestas tropicais do mundo estão localizadas na RDC, jogando um papel vital no equilíbirio do clima da Terra.

Grupos ambientalistas afirmam que a corrupção e má governação tornam as florestas vulneráveis à expansão da agricultura e exploração ilegal de madeira.

Tshisekedi disse que quer examinar a legalidade de vários contractos incluindo um concedido em Setembro de 2020 abrangendo 1,4 milhões de hectares à companhia Tradelink.

Irena Wabiwa, representante do grupo ambientalista Greenpeace saudou a acção do presidente como “uma coisa boa”.

“Mesmo que seja um pouco tarde, mais vale tarde do que nunca”, disse

A ministra do amebiente Eve Bazaiba anunciou em Julho planos para se levantar uma moratória de 19 anos a concessões para o abate industrial de madeira algo criticado por ambientalistas

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