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Trump saúda muçulmanos no Ramadão e destaca vítimas da intolerância religiosa


Presidente americano janta com diplomatas de países de maioria muculmana

O Presidente americano, Donald Trump, considerou de "grande privilégio" receber embaixadores e diplomatas de nações de maioria muçulmana na Casa Branca para um jantar na segunda-feira, 13, que marcou o fim de mais um dia de jejum observado pelos muçulmanos durante o mês sagrado do Ramadão.

Ele destacou o Ramadão como "um tempo de caridade, de dar e servir aos nossos concidadãos", em que as pessoas se aproximam ainda mais às famílias e comunidades.

Trump também falou sobre o que ele chamou de "período muito difícil" para pessoas de diferentes crenças nas últimas semanas, com ataques a muçulmanos, cristãos e judeus na Nova Zelândia, Sri Lanka e Estados Unidos.

"Nós decidimos derrotar os males do terrorismo e da perseguição religiosa para que todas as pessoas possam adorar sem medo, rezar sem perigo e viver pela fé que flui nos seus corações", disse o Presidente que também pediu uma oração por "um futuro de harmonia e paz".

No ano passado, o Presidente organizou um jantar semelhante, chamado de Iftar, mas não o fez no primeiro ano de mandato, quebrando uma tradição que vinha dos governos Bush e Obama.

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