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Trump e Schumer trocam acusações horas antes do discurso do "Estado da União"


Chuck Schumer à esquerda, Nancy Pelosi, ao centro e Donald Trump

Horas antes do Presidente Donald Trump efectuar o seu discurso anual sobre “o Estado da União” as tensões entre o presidente e líderes do Partido Democrata vieram a público numa troca de palavras entre Trump e o líder dos Democratas no Senado, Chuck Schumer.

Schumer minimizou as notícias de que no seu discurso o presidente irá apelar á unidade para se acabar com o impasse politico no governo afirmando que o presidente só se lembra de falar em unidade “na manhã do dia do Estado da União e depois gasta os outros 364 dias a dividir-nos e a semear a desunião”

“A descarada hipocrisia deste presidente em apelar á unidade é que ele é uma das principais razões porque os americanos se sentem tão divididos”, disse o dirigente Democrata.

O Presidente respondeu pelo Twitter afirmando que Schumer estava a criticar o discurso “embora ainda não o tenha ouvido”

“Ele está apenas zangado pelo facto de não ter ganho o Senado depois de gastar uma fortuna, tal como pensava que ia acontecer”, “escreveu o presidente que acusou os meios de informação de não darem mais crédito aos Republicanos “pela vitória no Senado”, isto numa referencia ás ultimas eleições legislativas em que embora os Republicano tenham perdido o controlo da Câmara dos representantes aumentaram a sua maioria no Senado.

O discurso do presidente esta noite é o primeiro desde que os Democratas assumiram controlo da Câmara dos Representantes e dá-se numa altura de grande polarização politica que levou ao encerramento parcial do governo federal durante mais de 30 dias.

Isto devido a um desacordo sobre o financiamento de um muro ao longo da fronteira com o México algo que os Democratas se recusam a aprovar.

Entidades da casa branca disseram que no seu discurso o presidente irá pelar à unidade das forças políticas do país afirmando que “juntos podemos acabar com décadas de impasse politico”.

“Podemos ultrapassar divisões velhas, sarar feridas velhas, construir novas coligações, forjar novas soluções e desbloquear a promessa extraordinária do futuro da América”, lê-se num extracto do discurso dado a conhecer pela Casa Branca.

“Essa é uma que decisão nós podemos tomar”, o presidente vai afirmar

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