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Trump diz que reconhecer Jerusalém como capital de Israel é "admitir o óbvio"


Embaixada americana em Israel

Confrontos entre polícia israelita e manifestantes palestinianos deixam pelo menos 37 mortos

Os Estados Unidos inauguraram a sua embaixada em Jerusalém, disputada nesta segunda-feira, 14, dia em que o Estado de Israel completa 70 anos.

O dia também está a ser marcado por violentos confrontos na fronteira com a Faixa de Gaza, que, até agora, deixaram 37 mortos e dezenas de feridos, de acordo com as autoridades palestinianas.

Numa mensagem gravada em vídeo, o Presidente americano Donald Trump disse que era necessário "admitir o óbvio", que a “capital de Israel é Jerusalém”.

Protestos em Khan Younis,Gaza
Protestos em Khan Younis,Gaza

Trump reiterou, no entanto, que os Estados Unidos estão comprometidos com a paz na região.

"Os Estados Unidos continuam totalmente comprometidos em facilitar um acordo de paz duradouro. Os Estados Unidos sempre serão um grande amigo de Israel e um parceiro na causa da liberdade e da paz", sublinhou o Presdente.

O primeiro-ministro israelita, Benjmain Netanyahu, disse que estava "profundamente emocionado e profundamente grato".

"Que dia glorioso. Lembrem este dia. Que dia histórico!", afirmou.

Entre as personalidades israelitas presentes no acto estiveram o Presidente de Israel, Reuven Rivlin, e o presidente de câmara de Jerusalém, Nir Barkat.

O Governo americano foi representado por Ivanka Trump e Jared Kushner, filha e genro e conselheiros do Presidente americano, e Steven Mnuchin, secretário de Tesouro.

A nova embaixada está no bairro de Arnona, em Jerusalém Ocidental, num prédio construído em 2010.

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