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Tribunal russo condena americano a 16 anos de prisão por espionagem e abre crise com Washington


Paul Whelan no tribunal nesta segunda-feira, 15 de junho

O embaixador dos Estados Unidos na Rússia, John Sullivan, declarou ter ficado "dececionado, frustrado e indignado" com a sentença de 16 anos de prisão pronunciada nesta segunda-feira, 15, por um tribunal de Moscovo contra o antigo fuzileiro americano Paul Whelan por espionagem.

O juiz determinou que Whelan deve cumprir a pena num "campo com regime fechado".

O ex-fuzileiro naval voltou a alegar inocência e pediu ao Presidente americano, Donald Trump, uma intervenção a seu favor.

John Sullivan, embaixador americano em Moscovo
John Sullivan, embaixador americano em Moscovo

Depois de mostrar a sua indignação, o Embaixador John Sullivan advertiu que a decisão "não terá um efeito positivo no relacionamento” entre Washington e Moscovo porque, acrescentou, "o caso de Paul (Whelan) é uma componente importante dessas relações".

Whelan considerou a decisão de “farsa judicial” e anunciou que vai apelar da decisão.

O antigo militar, que tem cidadania irlandesa e britânica, foi detido em dezembro de 2018 em pleno "ato de espionagem", de acordo com o Serviço de Segurança da Rússia, o FSB.

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