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Tribunal brasileiro liberta especialistas detidos depois da tragédia de Brumadinho


Ruptura deixou mar de lama

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu nesta terça-feira, 5, por unanimidade, liberdade aos três funcionários da empresa mineira Vale e dois engenheiros da empresa TÜV SÜD, presos após a ruptura da barragem em Brumadinho, no Estado de Minas Gerais.

O Ministério Público pediu a prisão deles por terem atestado a segurança da barragem antes da tragédia.

A decisão é provisória e tem validade até que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais julgue o mérito dos habeas corpus apresentados pelos cinco investigados.

No sábado, 2, os engenheiros da TÜV SÜD André Yassuda e Makoto Mamba, e os funcionários da Vale Cesar Augusto Paulino Grandchamp (geólogo), Ricardo de Oliveira (gerente de Meio Ambiente) e Rodrigo Artur Gomes de Melo (gerente executivo do Complexo Paraopeba da Vale) tiveram o pedido de liberdade negado liminarmente no tribunal mineiro.

Eles recorreram ao STJ.

Até o momento, 134 mortes foram confirmadas na tragédia de Brumadinho e 199 pessoas continuam desaparecidas.

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