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Trabalhadores param Transportes Urbanos Rodoviários de Angola por tempo indeterminado


Falta de transportes em Luanda

Eles exigem quatro meses de salários e empresa responsabiliza Ministério das Finanças

Os trabalhadores dos Transportes Urbanos Rodoviários de Angola (TURA), iniciaram nesta quinta-feira, 12, uma greve por tempo indeterminado para revindicarem quatro meses sem salários.

Eles dizem que a greve terá fim quando a direcção da empresa decidir dialogar.

A falta de salários há quatro meses colocou vários trabalhadores fora das casas onde viviam por não poderem pagar as rendas e muitos viram os seus filhos deixarem a escola, denuncia João Queta Tomás Caetano, coordenador do Bureau do Sindicato da empresa com mais de 500 trabalhadores.

“Sem salários os trabalhadores não vão voltar a trabalhar”, garante Caetano que reitera ter a greve 100 por cento de adesão.

“A empresa diz que não tem dinheiro para pagar”, revela o sindicalista, que aguarda agora pela disponibilidade da TURA para o diálogo.

Até ao momento, a empresa ainda não se pronunciou sobre a greve.

Entretanto em Maio, o director-geral alegou que o Ministério das Finanças (MINFA) é o responsável pela situação em virtude de não ter transferidosmilhões dekwanzas como subvenção de bilhetes que o Estado angolano se propõe a pagar aos cidadãos que usam os transportes rodoviários.

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