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"TC agiu de má-fé", diz representante do Pra-JÁ Servir Angola em Malanje


Carlos Lucas refuta ilegalidades nas assinaturas naquela província

O coordenador provincial da Comissão Instaladora da formação política Pra-JÁ Servir Angola em Malanje, Carlos Xavier Luis Lucas, admitiu nesta quinta-feria, 26, que o Tribunal Constitucional (TC) de Angola agiu de má-fé ao invalidar 1061 de subscrições daquela região do país.

Os promotores do novo partido em Malanje enviaram 1744 subscrições autenticadas pelas administrações municipais, das quais 355 emitidas com suporte nos cartões eleitorais.

"TC agiu de má fé", acusa representante do Pra-JÁ Servir Angola em Malanje - 2:15
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"O Tribunal alega o facto de terem excluído no processo de Malanje 161 subscrições por má-fé", acusa Carlos Xavier, acrescentando que "o outro argumento é que existiam menores de idade, o que não é verdade”.

“Nós, em Malanje, recolhemos mais de quatro mil subscrições, fizemos a triagem inferna e submetemos à direcção nacional cerca de duas mil subscrições com os seus respectivos atestados de residência", garante.

O emissário do Pra-JÁ Servir Angola disse que o exercício democrático no país “continua a ser adiado, até no poder judicial, como suporte da actividade política do partido do Governo, MPLA”.

Recorde-se que, logo a seguir à decisão do TC, o coordenador da comissão Abel Chivukuvuku escreveu ao juiz-presidente do TC a pedir a devolução dos processos alegadamente falsos.

Chivukuvuku considera haver por parte do tribunal uma atitude deliberada e de má-fé de anular qualquer tentativa do seu regresso à arena política nacional.

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