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Sociedade civil apela à tolerância política para acautelar ódios em relação ao actual momento


Presidente João Lourenço

As trocas de acusações entre João Lourenço e José Eduardo dos Santos, sobre os destinos dados aos recursos financeiros do pais, constituem os principais temas de debate.

A sociedade civil angolana apela à tolerância política para acautelar
ódios em relação ao actual momento no pais.

Os factos políticos protagonizados nos últimos dias pelas principais
figuras do partido no poder em Angola continuam a produzir várias
reacções e leituras dispersas, em torno das quais procuram-se formas
de prevenir um eventual impacto negativo junto das populações.

As trocas de acusações entre João Lourenço e José Eduardo dos Santos,
sobre os destinos dados aos recursos financeiros do pais, constituem
os principais temas de debate, que assumiram uma dimensão que envolve
várias opiniões e anima diversos protagonistas, que se manifestam
indignados como a forma danosa como os recursos do pais foram
delapidados por titulares de cargos públicos.

Por outro lado, as declarações do Presidente João Lourenço, aquando da
recente visita oficial a Portugal parece terem agitado, ainda
mais, alguns circulos politicos no seio do partido do poder e na
oposição, que reforçam os apelos para a responsabilização criminal
contra os ex governantes.

Perante este clima de incertezas, membros da sociedade civil procuram
chamar a atenção dos angolanos, para a contenção dos animos politicos
para que esta ocasião não seja aproveitada para desestabilizar o pais.

Uma corrente de apoio às medidas do actual Presidente da República,
têm sido manifestada, publicamente, por várias figuras da sociedade
civil, encorajando-as a prosseguir com as políticas de combate à
corrupção e o nepotismo, considerados grandes males que afectaram a
estabilidade social do pais.

Por ocasião do encerramento da assembleia anual dos bispos da
Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), esta assunto não passou à margem dos prelados católicos.

Dom Manuel Imbamba, porta-voz da CEAST, afirma que a corrupção é um cancro que está afectar o pais, por isso encoraja as políticas que visam o seu combate e a sua eliminação.

Para falar sobre o assunto, ouvimos igualmente o Reverendo Toni Nzinga; o jurista António Fernandes; e Paulo Pombolo, secretário para a informação do MPLA.

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