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Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Não Universitário reivindica salários dignos em Angola


Alunos podem ficar sem aulas (Arquivo)

Sindicalista defende acção concertada para evitar dispersões nas greves

O Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Não Universitário (Sinptenu) realiza a partir de quarta-feira, 15, um conselho nacional para exigir que o Governo angolano pague salários ajustados ao actual perfil dos profissionais.

Na antevisão, o Sinptenu, com cerca de 25 mil filiados em Angola, adverte que tinha a intenção de avançar para uma greve no passado mês de Julho, travada pela estrutura central, e lembra o custo de vida para defender salários correspondentes à nova tabela.

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Na reunião a decorrer até sexta-feira, 17, o Sinptenu vai dizer ao Governo que o estatuto ora aprovado, na base da troca de acusações entre os maiores sindicatos da educação em Angola, não tem efeitos práticos.

À VOA, o sindicalista Victorino da Silva, membro da organização, refere que o Ministério da Educação, convidado para o efeito, tem de ser flexível no sentido de evitar instabilidade.

“O que o Sinptenu não percebe é que a tabela aprovada não está a ser aplicada. É partir dela que recebemos os salários e subsídios. Vamos convidar a entidade patronal para dar conta desta preocupação, é generalizada a nível do país’’, sustenta Silva.

O sindicalista sublinha que é necessária uma acção sindical concertada para evitar dispersões nas greves

“Tentámos com os outros companheiros fazer uma greve única, geral, com todos os sindicatos. Acontece que o Sinprof adiantou, mas nós pretendíamos fazer agora em Julho ou Agosto. Se dependesse dos secretariados provinciais, estaríamos em greve neste momento. O salário continua baixo, isto, por exemplo, numa altura em que enfrentamos o aumento do preço da água’’, lembra o líder sindical.

A reunião do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Ensino não Universitário vai decorrer sob o lema ‘’reafirmar as escolas públicas para melhorar o que está bem e corrigir o que esta mal’’.

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