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Sindicato denuncia impedimento de circulação de trabalhadores de serviços essenciais em Angola


Zacarias Jeremias

A Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres de Angola (CGSILA) denuncia o impedimento de circulação dos trabalhadores de serviços essenciais durante o estado de emergência em vigor desde o dia 28.

Zacarias Jeremias, coordenador de disciplina daquela central diz que bancários, advogados, médicos e jornalistas têm sido impedidos de exercer as suas funções.

“Ontem levei um trabalhador da Movicel a quem pediram a escala de serviço, enquanto o ramos das telecomunicações é um setor essencial que não pode estar parado”, exemplificou Jeremias para quem “nenhum trabalhador pode colocar a sua vida em risco para se deslocar ao serviço mesmo sem estar escalado.

O sindicalista pede calma aos trabalhadores e lembra que o país está sob estado de emergência.

“Em Angola, é dificil fazer greve em condições normais, nesta fase se tentarmos seríamos presos, por isso devemos manter a calma”, conclui.

A organização sindical alega também violação da legislação do estado de emergência por parte das forças de segurança em Angola.

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