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Sem evidência, Trump afirma que investigação sobre a interferência da Rússia nas eleições americanas é ilegal


Presidente Donald Trump

Como costuma fazer, Trump negou que houvesse conluio com a Rússia, excepto por sua oponente, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou neste domingo, 16, sem provas, que a investigação criminal em curso sobre as ligações da sua campanha de 2016 com a Rússia "não é permitida pela lei".

Num comentário no Twitter, o líder norte-americano chamou a investigação do conselheiro especial Robert Mueller de "ilegal" e disse que "continua em busca de um crime".

Recorde-se que Mueller foi nomeado pelo Departamento de Justiça e juízes determinaram que a sua investigação é legal.

Como costuma fazer, Trump negou que houvesse conluio com a Rússia, excepto por sua oponente, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton.

Ele descreveu a equipa jurídica de Mueller como "17 democratas furiosos ... à busca de algo que possam encontrar. Muito injusta e ruim para o país".

No entanto, Trump não comentou sobre o mais recente desenvolvimento da investigação de 16 meses de Mueller, a confissão de sexta-feira do ex-director da sua campanha, Paul Manafort, às acusações de corrupção e uma declaração dos procuradores de que o mesmo já está coopera com eles em relação ao que sabe sobre a referida campanha.

Paul Manafort
Paul Manafort

Manafort, de 69 anos, lobista de Washington, foi condenado em agosto por oito acusações de fraude fiscal e bancária por um tribunal da Virgínia e se declarou culpado de duas acusações de conspiração em Washington.

Mas a informação que Manafort pode dar a Mueller sobre a campanha de Trump não é publicamente conhecida, embora os procuradores tenham deixado cair algumas acusações depois de ouvir com antecedência o que ele tinha a partilhar.

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