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República Democrática do Congo confirma morte por ébola 


Medição de temperatura para detectar ébola

Se confirmado, será o primeiro de ébola desde que o país declarou o fim de um surto em novembro passado.

A República Democrática do Congo informou, neste domingo, 7, que uma mulher morreu de ébola, três meses após o país declarar o fim de um surto anterior.

O marido da mulher havia contraído a doença e sobrevivido ao surto anterior de 2020. Amostras do hospital de Butembo, no nordeste do país, foram enviadas à capital, Kinshasa, para verificar se a doença está ligada ao surto anterior ou se constitui um novo.

Um comunicado do UNICEF identificou a mulher como uma mãe de 42 anos, acrescentando que a sua equipa estava no estado de Kivu do Norte para ajudar os profissionais de saúde locais a "mobilizar a resposta da comunidade".

Esta organização das Nações Unidas para as crianças também acrescentou que ajudaria no transporte de suprimentos médicos necessários do estado de Equateur, onde o surto anterior de ébola foi declarado encerrado em novembro, depois de 55 pessoas terem morrido.

Mais de 2.200 pessoas morreram de Ebola na região entre 2018 e 2020.

"Não é incomum que casos esporádicos ocorram após um grande surto", disse a Organização Mundial da Saúde, neste domingo, 7.

A notícia chega enquanto o país, tal como grande parte do mundo, luta contra a pandemia do coronavírus.

O vírus da ébola, anteriormente conhecido como febre hemorrágica ébola, é uma doença rara, mas grave e frequentemente fatal, que se espalha pelo contacto directo com fluidos corporais, causando intensos vómitos e diarreia.

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