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Relações entre partidos melhoraram - Justino Pinto de Andrade


Justino Pinto de Andrade, líder do Bloco Democrático, Angola

Líder do Bloco Democrático diz que estado tem que ser despartidarizado para se acabar com previlégios, corrupção e impunidade

O deputado da CASA CE e presidente do Bloco Democrático Justino Pinto de Andrade disse que as relações entre os partidos políticos têm vindo a melhorar mas frisou a necessidade de se acabar definitivamente com a partidarização do estado.

Falandoa mais de duas centenas de jovens no Sumbe, Justino Pinto de Andrade disse que a instalação de células partidárias em instituições públicas propiciou durante várias décadas a concessão de privilégios e vantagens a muitos dirigentes que se acham impunes perante a lei e consequentemente mergulhados na corrupção.​

“Com o tempo felizmente esta tendência vai desaparecendo. Já começamos a ter momentos de coexistência entre nós, independentemente da filhiação partidária de cada um”, disse.

“É preciso que haja uma interditação das instalações públicas às células partidárias. As células partidárias não podem instituir-se dentro das empresas, dentro dos serviços, dentro das escolas e dentro das universidades não podem, temos mesmo que interditar essa forma de organização dentro das nossas instituições”, acrescentou, afirmando ainda que é preciso assegurar também a “proibição também da concessão de privilégios e vantagens baseadas nas filhiações partidárias”.

É preciso que parem esses privilégios. Tem que haver uma clara separação entre os cargos de confiança política e os cargos técnicos”, disse Pinto de Andrade para quem “a despartidarização das instituições funcione ou seja efectiva e eficaz ela tem que ser monitorada, tem que haver mecanismos de monitoramento deste processo de despartidarização das instituições públicas e do Estado através de uma educação cívica permanente”.

“ Temos que mexer na cabeça das pessoas de forma permanente e consistente de que o Estado é de todos os cidadãos”, afirmou

Justino Pinto de Andrade defendeu por outro lado a independência dos órgãos de comunicação social públicos devido à sua importância num processo que segundo o parlamentar deve ser monitorado peloparlamento e partidos políticos e que se aprovem leis que penalizam tais práticas:​

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