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PRS denuncia intolerância política no Huambo


Partido aponta o dedo à governadora provincial

O secretário provincial do PRS, António Solia Selende, diz estar preocupado com o regresso de actos que classifica de intolerância politica na província angolana do Huambo.

Aquele responsável afirma que antes da chegada da nova governadora a situação era estável, mas que a situação tem mudado.

Há intolerância política no Huambo, diz PRS - 2:26
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“A intolerância politica está cada vez mais presente por insinuação da governação local. Retiram as nossas bandeiras, existem municípios perigosos que não se pode mostrar a cor de outro partido político além do MPLAsob pena de se ser agredido”, denunciou aquele dirigente político, que aponta o município do Katchiungo como um dos mais críticos.

Apesar de reconhecer uma ligeira abertura da governação aos programas de auscultação dos diferentes actores, Selende entende que, no entanto, peca pelos mecanismos utilizados naquilo que chama de "governação de arrogante" por alegadamente não respeitar as diferenças.

“Uma província simples, com um povo humilde, precisava de um dirigente sério, um dirigente que procura consenso. Nós demostramos abertura mas ela diz que nunca temeu a oposição”, disse.

Refira-se que, no mês de Junho, aquando das exéquias fúnebres de Jonas Savimbi, a UNITA também queixou-se de alegados casos de intolerância política.

O caso mais recente, relatado pelo secretário provincial da UNITA, Liberty Tchiyaka, terá ocorrido nos arredores da localidade de Katchiungo, que envolveu confrontos entre militantes do ‘Galo Negro’ e do MPLA, que obrigou a intervenção das autoridades policiais.

A VOA contactou a governadora provincial, Joana Lina, para obter uma reacção, mas sem sucesso.

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