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Prossegue o braço de ferro entre trabalhadores grevistas e a direcção da Sonangol


Edifício Sede Sonangol Luanda

Mais de 70 trabalhadores que prestam serviços num posto de abastecimento de combustível, em Luanda, Angola, controlada pela Sonangol mantêm uma greve há25 dias em protesto contra o fato de não possuirem um contrato de trabalho há quatro anos.

Continua a greve em posto de abastecimento da Sonangol - 2:15
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Os trabalhadores acusam a Sonangol de querer entregar os seus postos de trabalho a uma concessionária não podendo garantir o emprego de todos.

Jones Damião, representante dos trabalhadores filiados no Sindicato dos Trabalhadores Organizados do Setor Petrolífero e Afins de Angola, (STOSPA) disse que a Sonangol “ insiste que não deve resolver o problema” ..Damião disse que o conflito se deve ao facto da Sonangol sub contratar “outra empresa que vem gerir e ele sai”.

“Se nós assinarmos esse acordo eles automaticamente ficam ilibados de toda a responsabilidade”, acrescentou.

Damião afirma que o impasse está no facto de a Sonangol só querer assumir os contratos de 50 por cento dos trabalhadores e outros 50% “ficarem a sua sorte” .

“Só que não dão garantia da manutenção dos postos de trabalho a 100% dos trabalhadores”, acrescentou afirmando que os trabalhadores estão dispostos a apresentar uma contra proposta e a negociar.

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