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Promotores da manifestação contra impunidade em Angola pedem investigação séria


Presidente angolano João Lourenço em Malange (Foto de Arquivo)

Eles apontam o dedo a João Lourenço e ao seu chefe de Gabinete, Edeltrudes Costa

Os promotores da manifestação do passado sábado, 21, em Luanda contra impunidade e a corrupção defendem a responsabilização civil e criminal do chefe de Gabinete da Presidênia da República, Edeltrudes Costa, com base nas denúncias de enriquecimento ilícito feitas pela emissora televisiva portuguesa TVI.

Eles exigem uma investigação série aos actuais governantes também e apontam o dedo ao Presidente, João Lourenço.

Manifestação em Luanda sem incidentes - 2:30
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Feliciano Manuel, um dos promotores, lembra que Angola é um país bastante rico e que os seus recursos têm sido açambarcados por governantes do anterior e do actual Executivo.

“O que mais me doi é ver países sem muitos recursos, mas que são ricos e o nosso com muitos recursos que é subdesenvolvido”, acrescenta Manuel.

Para Neves Garcia, outro participante na manifestação, o panorama social não está bem e João Lourenço, enquanto Presidente da República, não cumpre as suas promessas.

“Estamos a ver tantas coisas que não vão bem e várias promessas não são cumpridas”, sublinha.

Por seu lado, o académico Fernando Macedo aponta também o dedo a João Lourenço.

“O senhor Presidente João Lourenço é socio do Banco Sol e Banco BAI, ele também deve começar a devolver o dinheiro que retirou dos cofres do Estado”, acusa.

Refira-se que, ao contrário das manifestações de 24 de outubro e 11 de novembro, a do passado sábado não registou qualquer agressão contra os pouco mais de 100 participantes.

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