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Profissionais de saúde criticam concurso de admissão


O presidente do Sindicato dos Médicos de Angola diz que as vagas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde não são suficientes.

Decorre em todo o país o recrutamento de profissionais de saúde, com recurso à internet, num território onde as telecomunicações ainda se
processam de forma bastante deficiente, sobretudo a partir do interior.

O concurso tem como objectivo colocar os quadros a nível dos municípios para mitigar os problemas na assistência a nível primária.

A admissão de novos médicos, de acordo com o ministério da Saúde, vai contribuir para regularizar os problemas da carreira e a elevação do rácio angolano de um médico para quatro mil habitantes.

Em Agosto do corrente ano, a ministra da Saúde disse que Angola tem mais de seis mil médicos para uma população de cerca de 28 milhões de habitantes.

A Organização Mundial da Saúde recomenda um médico para cada mil habitantes.

Este concurso público para o sector da saúde acontece, numa altura, em que o Sindicato dos Médicos alerta que o caderno reivindicativo ainda não teve resposta e que vai haver uma assembleia-geral em breve para definir os próximos passos.

A província de Luanda absorve o maior número de admitidos, um total de 336 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e de apoio hospitalar, seguido da província da Huíla, com
109.

O presidente do Sindicato dos Médicos de Angola, diz que as vagas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, não são suficientes.

Adriano Manuel recorda que a maioria de profissionais da classe médica é ainda mal remunerada.

Acompanhe a conversa com o director do Hospital David Bernardino, Francisco Domingos; o secretário de Estado da saúde, José Manuel Vieira Dias;e Adriano Manuel, presidente do Sindicato dos Médicos de Angola:

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