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Presidente Trump questiona líder sírio sobre jornalista desaparecido Austin Tice


Debra Tice, mãe do jornalista Austin Tice, julho de 2017

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escreveu pessoalmente ao seu homólogo Bashar al-Assad, da Síria, uma carta em que aborda o caso do jornalista Austin Tice, sequestrado há oito anos naquele país.

"O Governo dos Estados Unidos tentou várias vezes discutir a libertação de Austin com as autoridades sírias. O Presidente Trump escreveu a Bashar al-Assad em março para sugerir um diálogo direto", revelou Pompeo num comunicado que assinala o oitavo aniversário do desaparecimento do jornalista.

Na carta, Trump disse que os Estados Unidos haviam "escrito uma carta" às autoridades de Damasco, sem especificar que era uma carta pessoal dele para Assad, o qual Washington exige que saia do poder.

Também disse não saber se Austin Tice estava vivo.

"Ninguém deveria duvidar do compromisso do Presidente em trazer para casa todos os cidadãos americanos feitos reféns ou presos injustamente no exterior. Essa determinação é mais forte do que nunca quando se trata de Austin Tice", enfatizou Pompeo, que disse esperar "que um comunicado como este não seja necessário daqui um ano".

Poucas informações foram divulgadas sobre o sequestro que ocorreu a 14 de agosto de 2012 perto de Damasco, quando o fotojornalista independente Austin Tice, trabalhava para o grupo McClatchy, "The Washington Post", CBS, Agence France Presse, entre outros meios de comunicação.

Em 2018, os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de um milhão de dólares por qualquer informação que permitisse encontrar o rastro de Tice.

Um ano depois, as autoridades americanos admitram que ele ainda estaria vivo vivo.

Em 2012, ele apareceu num vídeo com os olhos vendados, mas desconhecem-se outros detalhes.

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