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Presidente do Rio de Janeiro detido e acusado de corrupção


Marcelo Crivella

Marcelo Crivella deixa a autarquia a 31 de dezembro depois de ter pedido a eleição em outubro

O presidente da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, do partido Republicanos, foi preso na manhã desta terça feira, 22, acusado de participar de um esquema de corrupção no Governo municipal.

Crivella, cujo mandato termina no dia 31 deste mês, negou envolvimento no esquema e disse ser vítima de perseguição política por combater a corrupção na cidade.

Ele foi preso na sua casa, na Barra da Tijuca, disse ser inocente e pediu justiça.

As autoridades policiais disseram que há mais pessoas ligadas ao suposto esquema que também são alvos de mandados de prisão, como o empresário e advogado Rafael Alves, que comandava o pagamento de luvas.

Contratos com o Governo municipal do Rio de Janeiro eram "intermediados" por Alves em troca de pagamento de luvas.

As investigações começaram em 2018 e neste ano, o Ministério Pública e a polícia já tinham cumprido um mandado de busca e apreensão na casa de Crivella no âmbito da operação QG da Propina.

À época, a polícia revelou que Crivella chegou a telefonar para o empresário Rafael Alves para alertar sobre a operação, mas ao perceber que do outro lado da linha estava um policia, desligou.

Marcelo Crivela, pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, tentou a reeleição em outubro, mas foi derrotado na segunda volta por Eduardo Paes.

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