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PR guineense elimina apoio com alimentos aos muçulmanos no Ramadão e diz que o Estado é laico


Úmaro Sissoco Embaló, Presidente da Guiné-Bissau, 30 Dezembro 2020

O Governo tradicionalmente ajuda os fieis durante o mês de jejum

O Governo da Guiné-Bissau não vai apoiar a comunidade muçulmana com bens alimentares durante o Ramadão que começa amanhã, 13, como é tradicional.

A decisão foi anunciada pelo Presidente da República que a justificou com o facto de o país ser laico e lembrou que não houve qualquer apoio à população que celebra a Páscoa e o Natal.

“Não contem com nada do Tesouro Público para o Ramadão”, disse Úmaro Sissoco Embaló, ao intervir nesta segunda-feira, 12, na cerimónia de posse do conselheiro especial Luís Oliveira Sanca.

Na ocasião, no entanto, ele desejou aos muçulmanos um bom Ramadão.

Todos os anos, o Governo oferece arroz e açúcar aos muçulmanos durante o Ramadão, período em que os fieis daquela religião respeitam um jejum do nascer ao pôr-do-sol por 30 dias, bem como a supressão de várias outras actividades.

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