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População reprova a construção de aterro sanitário para Matola e Maputo


Maputo, Moçambique

Analisas dizem que tal significa que as comunidades rejeitam a forma como as autoridades lidam com os reassentamentos forçados.

Um braço de ferro está instalado entre o Conselho Municipal da Matola e moradores de Matlemele, que se recusam a abandonar a zona, para dar lugar à construção de um aterro sanitário para as cidades de Maputo e Matola.

Analisas dizem que tal significa que as comunidades rejeitam a forma como as autoridades lidam com os reassentamentos forçados.

Alguns residentes em Matlemele amontinaram-se na passada sexta-feira, defronte do local onde se encontravam reunidos responsáveis da edilidade da Matola, exigindo que fossem recebidos pelo respectivo presidente, Calisto Cossa, mas sem sucesso.

Os manifestantes acabaram abandonando o local, mas avisaram que a partir daquele dia, não haveria mais nenhuma negociação sobre o assunto com o Conselho Municipal.

Entretanto, as autoridades municipais dizem que não há nenhuma ilegaldade no trabalho que está em curso.

Em Moçambique, os programas de reassentamentos forçados têm sido alvo de duras críticas e tèm provocado uma ampla resistência das comunidades locais afectadas, que em reação, chegam a interromper as obras ou infraestruturas projectadas para essas zonas.

Situações recorrentes têm ocorrido particularmente em Tete, onde estão em curso projectos de exploração de carvão mineral.

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