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Polícia do Rio de Janeiro sem respostas à morte de Marielle Franco


Marielle Franco foi assassinado em Março

Famílias temem que responsáveis nunca sejam condenados

A família de Marielle Franco com o apoio da Amnistia Internacional e da sociedade brasileira exigem respostas ao assassinato da vereadora.

Ela foi morta a tiros no dia 14 de Março, bem como o seu motorista Anderson Gomes, no Rio de Janeiro.

Os investigadores do crime permanecem em silêncio.

Os familiares da parlamentar temem que os assassinos e mandantes do crime não sejam condenados.

Nas últimas semanas, a Amnistia Internacional pediu a criação de uma comissão externa de especialistas para acompanhar o caso.

Para o especialista em segurança pública Luís Flávio Sapori, o caso é complexo e exige grande esforço da polícia para ter em mãos as provas do crime.

“Não significa que as investigações falharam e que os responsáveis por esse crime ficarão impunes. É um crime de difícil solução cometido por assassinos profissionais, que não deixaram muitos vestígios do que fizeram. A apuração da autoria do assassinato da Marielle exige enorme esforço investigativo e leva tempo. Não foi um homicídio qualquer, foi realizado sob encomenda. Cabe à polícia descobrir que matou e quem mandou matá-la. Aliás, não basta descobrir, tem que provar”, disse o especialista, reiterando que o grande desafio é conseguir ter em mãos as provas para apresentar à justiça para que todos os suspeitos sejam condenados.

A polícia já têm os suspeitos dos crimes, três homens que integram uma milícia do Rio de Janeiro comandada por Orlando Oliveira de Araújo, que está preso na Penitenciária de Mossoró, no Rio Grande do Norte, mas por outros crimes.

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