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Polícia descarta "crime político" em acidentes que mataram três pessoas na campanha em Chimoio


Polícia de Chimoio

Mateus Mindu, porta-voz da polícia na província de Manica, disse que o "excesso de velocidade", está na origem do atropelamento fatal de três pessoas.

A polícia moçambicana, no município de Chimoio, descartou está quinta-feira, 27, "crime político" nas causas dos acidentes de viação que mataram três pessoas no arranque da campanha eleitoral, no dia 25.

Polícia descarta "crime político" em acidentes que mataram três pessoas na campanha em Chimoio
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Mateus Mindu, porta-voz da polícia na província de Manica, disse que o "excesso de velocidade", está na origem do atropelamento fatal de três pessoas, por sinal apoiantes do partido Frelimo.

Um dos condutores, que atropelou onze pessoas, deixando dois mortos e quatro feridos, continua fugitivo, acrescentou a polícia.

Outra pessoa morreu no início da tarde do mesmo, quando um camião de carga chocou contra uma motocicleta colorida de panfletos da Frelimo (no poder), na Estrada Nacional 6.

As vítimas mortais foram a enterrar está quinta-feira, em Chimoio, soube a VOA de fontes familiares. Os feridos continuam em cuidados.

A Frelimo, que manifestou sentimento de dor no dia do incidente, sugerindo uma mão criminosa nas mortes, não voltou a comentar.

Entretanto, no terceiro dia a campanha, na cidade de Chimoio, à semelhança de outros municípios, os partidos violam a legislação colando propaganda em edifícios públicos como escolas e hospitais.

Recorde-se que cinco municípios de Manica, nomeadamente Chimoio, Gondola, Sussundenga, Manica e Catandica vão eleger novos governos autárquicos nas eleições de 10 de Outubro.

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