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Pobreza extrema agrava a desnutrição em Moçambique, FAO adverte


Olman Serrano, Representante da FAO, Moçambique

Moçambique "perde, anualmente, mais de 11 por cento do seu Produto Interno Bruto, o correspondente a 1.6 biliões de dólares, devido à fome."

O Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) chama a atenção para o facto de que situações de pobreza extrema estão a agravar a questão da desnutrição crónica em Moçambique.

Pobreza extrema agrava a desnutrição em Moçambique, FAO adverte
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No Dia Mundial da Alimentação que se assinala esta terça-feira, 16, especialistas em questões de nutrição dizem que a incidência da pobreza em muitas regiões de Moçambique está a dificultar a luta contra a desnutrição crónica, sobretudo nas províncias de centro e sul do país.

O representante do FAO em Moçambique, Olman Serrano, diz que a fome tem custos elevados na economia moçambicana.

Destacou que o estudo sobre o custo da fome realizado em 2017, revelou que Moçambique "perde, anualmente, mais de 11 por cento do seu Produto Interno Bruto, o correspondente a 1.6 biliões de dólares, devido à fome."

O ministro moçambicano da Agricultura e Segurança Alimentar, Higino de Marrula, destaca o facto de o país, nos últimos 10 anos, ter reduzido de 50 para 24 por cento, a prevalência da população sujeita à insegurança alimentar, mas reconhece que ainda há grandes desafios.

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