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PJ guineense decreta prisão preventiva para diretor dos Serviços da Migração e Fronteiras


O diretor dos Serviços da Migração e Fronteiras da Guiné-Bissau, coronel Alassana Djaló, detido ontem pela Polícia Judiciária (PJ) foi ouvido na manhã deste sábado, 12, no âmbito de um processo sob investigação ligado ao tráfico de drogas.

Uma fonte da PJ, que pediu o anonimato, confirmou a notícia à VOA, e disse que depois de ter sido ouvido, Djaló teve a prisão preventiva decretada e será ouvido na segunda-feira, 14, pela justiça.

Djaló é acusado de ter ordenado a retirada de 83 cápsulas de cocaína apreendidas numa operação no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira a 14 de março da PJ na posse do cidadão luso-guineense Aliu Baldé, quando pretendia seguir para Lisboa.

Apesar de ter sido detido e ficado sem o passaporte, elementos da Guarda Nacional terão entrado no aeroporto e retirado à força da brigada da PJ, por “ordens do comandante”.

Na altura, Djaló comandava o serviço da investigação criminal da Guarda Nacional.

Ao ser interrogado hoje, Djaló disse desconhecer Aliu Baldé, desconhece onde se encontra, e refutou qualquer responsabilidade nos desvio da droga.

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