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Partidos criticam política de combate à seca na Huíla

  • Teodoro Albano

Defendem uma melhor intervenção do Executivo.

A problemática da seca que grassa sobretudo nos últimos três anos o sul da província da Huíla, com incidência no município dos Gambos, devia exigir do Governo uma melhor intervenção, segundo partidos da oposição.

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Para Maurício Kalianguila coordenador de acompanhamento do Bloco Democrático para o Sul de Angola, a miséria das populações carentes exige boas políticas de governação. “Cada ano que passa porque há seca no Lubango, as populações passam fome. Por quê o Governo não faz boas políticas para poder controlar esta situação?”, disse aquele político.

Para o deputado Carlos Kandanda, da Casa-CE, que esteve recentemente a visitar a região dos Gambos, alguma coisa está a ser feita para mitigar o problema da seca no município, mas defende uma acção mais organizada e profunda.

À semelhança do trabalho de mapeamento das zonas mineiras iniciado no país, Carlos Kandanda é defensor de uma acção igual para se determinar os lençóis de água existentes e a partir daí começar-se a resolver o problema.

“Como é que nós temos esse problema de água nos Gambos, não podíamos aplicar esta alta tecnologia para mapearmos os lençóis de água e irmos directamente ali buscar estes recursos hídricos para alimentarmos assistirmos as nossas populações? Significa que embora alguma coisa esteja a ser feita, poderíamos fazer mais se houver um programa muito mais organizado muito mais profundo com financiamento mais elevado, porque o que se está a fazer é pouco”, defende Kandamba.

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