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PAIGC apresenta terceiro recurso contra resultados eleitorais


Domingos Simões Pereira alega ilegalidades na eleição presidencial

Como prometido na terça-feira, 4, os advogados do candidato presidencial Domingos Simões Pereira entregou no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) da Guiné-Bissau um pedido de anulação da segunda volta da eleição presidencial de 29 de Dezembro, por alegadas irregularidades, fraude eleitoral e incumprimento pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) de ordens judiciais.

Um dos advogados do candidatodo PAIGC, Mário Lino da Veiga, confirmou a entrega do processo que, segundo ele, tem todas as provas e elementos que permitem a anulação das eleições, em virtude de a CNE, na ótica do PAIGC, "não ter cumprido com exigências do Supremo Tribunal", que a obrigou a repetir o apuramento nacional dos resultados eleitorais.

Ontem, a CNE manteve os resultados da segunda volta da eleição presidencial, que deram a vitória a Umaro Sissico Embaló, apoiado pelo MADEM-G15, cuja candidatura saudou o "desenlace pacífico e definitivo" do processo eleitoral.

"As forças políticas apoiantes do Umaro Sissoco Embaló congratulam-se com o desenlace pacífico e em definitivo desta crise pós-eleitoral criada artificialmente pela recusa do candidato vencido em reconhecer os resultados", diz o comunicado divulgado peloMovimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), que tem o apoio das demais forças políticas que fizeram campanha por Embaló.

A nota destaca que a CNE cumpriu as recomendações da CEDEAO e que "foi reconfirmada a vitória de Umaro Sissoco Embaló" nas presidenciais.

Dados avançados pelo órgão anteriormente deram a vitória a Umaro Sissoco Embaló, com 53,55% dos votos, contra46, 45 por cento de Domingos Simões Pereira.

Aguarda-se agora o pronunciamento do STJ, se aceita ou não o recurso do PAIGC.

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