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Ordem dos Médicos e enfermeiros com versões desencontradas sobre pedido de desculpas


António Kileba reitera pedido, mas porta-voz Ordem contraria

A Ordem dos Médicos de Angola diz não ter pedido desculpas aos técnicos de enfermagem de Angola, mas o Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda (Sintenfl) reitera o pedido de desculpas.

Na semana passada, os enfermeiros anunciaram que iriam deixar de realizar actos médicos, como passar receitas, dar consultas e assinar certidões de óbito, até que a bastonária, Elisa Gaspar, pedisse desculpas por, alegadamente, ter tido no Cunene que os enfermeiros não devem vestir batas brancas nem realizar actos médicos.

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O porta-voz do Conselho Executivo Nacional da Ordem dos Médicos, Jeremias Agostinho, disse ter havido uma concertação e não um pedido de desculpas,

“Não houve nenhum pedido de desculpas pode o reconhecimento dos erros, mas foi um reconhecimento tácito de ambos os lados”, assegura Jeremias.

Entrentanto, António Afonso Kileba, secretário-geral do Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda (Sintenfl), reiterou que “houve sim um pedido de desculpas da equipa da Ordem dos Médicos, inclusive da propria bastonária da Ordem dos Médicos, Elisa Gaspar”.

Kileba acrescentou ter havido desconhecimento da lei sobre as competências dos enfermeiros por parte da Bastonária da Ordem, Elisa Gaspar, como “ficou notório” na mesma reunião.

Recorde-se que os enfermeiros decidiram retomar os actos médicos que suspenderam desde segunda-feira, 22, depois de do alegado pedido de desculpas feito pela bastonária Elisa Gaspar, num encontro entre as partes.

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