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Oposição são-tomense acusa ADI de tentativa de compra deputados


Nova legislatura arranca no dia 22

Em causa o presidente do novo Parlamento

Os partidos da oposição em São Tomé e Príncipe acusam a Acção Democrática Independente (ADI), partido vencedor das eleições de 7 de Outubro com maioria simples, de tentativa de compra de deputados para eleger o presidente da Assembleia Nacional da legislatura a ser instalada no dia 22.

Carlos Neves, da coligação PCD-MDFM, e Jorge Bom Jesus, líder do MLSTP/PSD, afirmam que os dirigentes da ACI “estão numa ofensiva de compra de deputados através de propostas financeiras e materiais”.

Perante a denúncia, os líderes do MLSTP-PSD e da coligação PCD-MDFM UDD garantem que "desta vez não será como em 2010 em que a ADI elegeu o presidente da Assembleia Nacional tendo maioria simples no Parlamento”.

Jesus e Carlos garantem que os deputados da oposição "estão firmes nas suas convicções" e não se deixarão vender.

Por outro lado, a oposição rejeita qualquer iniciativa de negociação com a ADI para formar um Governo de base alargada e exorta o Presidente da República a iniciar consultas com os partidos políticos com vista à formação de um Executivo com sustentabilidade parlamentar.

Recorde-se que nas eleições de 7 de Outubro, a ADI elegeu 25 deptuados, o MLSTP/PSD 23, a Coligação PCD-MDFM 5 e o Movimento de Cidadãos Independentes 2.

A ADI garante poder governar com o apoio de dois deputados do Movimento de Cidadãos Independentes, embora em minoria parlamentar, enquanto o MLSTP/PSD e a Coligação PCD-MDFM asseguram ter um acordo que garante uma Governo maioritário

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