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Oposição e analista dizem que Angola está em recessão


Filas por combustível em Luanda

A oposição parlamentar pede ao Executivo angolano que tome medidas eficazes para travar a subida de preços, sobretudo dos produtos da cesta básica que estão a levar o cidadão a ficar cada vez mais pobre.

O preço dos produtos da cesta básica sobem anualmente, ao mesmo tempo que se regista a perda do poder de compra dos cidadãos.

A UNITA, o maior partido na oposição, considera que se não for feito alguma coisa e com urgência a situação económica e social do angolano vai chegar ao abismo.

“Os preços dos produtos da cesta básica estão elevadissimos e com o salário mínimo que o angolano aufere, os cidadãos que já são pobres e que vão entrar numa situação de pobreza extrema se nada for feito", afirma Mihaela Webba.

O chefe da bancada da CASA-CE, Alexandre Sebastiao André,considera que esta realidade acontece por falta de produção nacional e defende uma revolução produtiva.

"A situação é pior, o poder de compra do angolano atingiu o zero, quase tudo que consumimos vem de fora, não há outro milagre que não seja a promoção da produção interna, uma nova revoluçao, a revoluçao produtiva, mais agricultura, mais pecuária, mais indústria alimetnar porque o país está em recessão e só falta declarar”, denuncia André, afirmando mesmo que “a fome não está so no sul de Angola, está aqui em Luanda, nos bairros".

Por seu lado, o economista Damião Cabulo explica os motivos da subida constante dos preços “com o negócio ds divisas, em que há muita gente a ficar rica”.

Para Cabulo "somos a própria recessão".

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