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“O Estado da Guiné-Bissau não tem sido um bom gestor”, diz a jurista Nelvina Barreto


Nelvina Barreto, jurista e gestora pública, Guiné-Bissau

O recente relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a Guiné-Bissau faz vários alertas sobre a corrupção, o tráfico de droga e do branqueamento de capitais.

“As autoridades guineenses precisam de projetar uma política anticorrupção abrangente e estratégica e implementar medidas de combate à lavagem de dinheiro,” diz o relatório.

Para tal, o Fundo propõe mais de 30 alterações, “quer na legislação, quer em procedimentos administrativos, incluindo na contratação de funcionários públicos, e na transparência para melhorar o sistema de governação e combate à corrupção”.

A jurista Nelvina Barreto, especialista em gestão pública, diz que “o Estado da Guiné-Bissau não tem sido um bom gestor ao longo destas quatro décadas e meia de existência. Não temos feito uma gestão racional dos recursos que temos. O Estado gasta mais do que se arrecadar”.

Para inverter a situação, Barreto, diz que a Guiné-Bissau não precisa de inventar, porque “tem toda uma regulamentação que pode ser seguida pelo Governo. Basta haver uma vontade politica e um ambiente favorável que estas políticas sejam implementadas e seguidas”.

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“O Estado da Guiné-Bissau não tem sido um bom gestor”, diz a jurista Nelvina Barreto
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