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“Nova Iorque precisa de ouvir mais música da África lusófona”, Paula Abreu, directora-adjunta de Programação do Festival SummerStage


Paulo Flores actuando em Nova Iorque, no Summerstage em 2016

SummerStage é um dos maiores festivais de Nova Iorque e tem espaço para os artistas africanos de expressão portuguesa, diz a sua directora adjunta de programação.

“Aqui em Nova Iorque, o mundo precisa de ouvir mais música da África lusófona,” diz Paula Abreu.

Mas sendo “um festival muito competitivo”, diz a brasileira, o segredo para a participação é uma boa preparação, dica válida para todo o mercado musical americano.

E tal inclui, na sua explicação, “um estudo profundo sobre onde está o seu público, o palco que faz sentido e fazer uma comparação em relação aos artistas que já passaram pelo mesmo”.

"É preciso planificar muito bem para colher frutos," Paula Abreu
"É preciso planificar muito bem para colher frutos," Paula Abreu

Ela adverte que deve haver muita atenção à questão legal. “É preciso um visto de trabalho” cuja emissão pode demorar, mas “se fizer com tempo pode fazer valer por mais tempo”.

“É preciso planificar muito bem para colher frutos (…) geralmente recomendo seis meses de planificação para fazer um show no mercado americano,” diz Paula Abreu.

Acompanhe a entrevista com Paula Abreu, que viveu em Angola, e diz ser grata pela estadia:

“Nova Iorque precisa de ouvir mais música da África lusófona”, Paula Abreu, directora adjunta de Programação do Festival SummerStage
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SummerStage acontece anualmente no Central Park, o parque mais visitado da cidade de Nova Iorque. Os seus shows são maioritariamente gratuitos.

No próximo ano, o festival completa 35 anos.

Noutras edições por lá actuaram, entre outros, os angolanos Bonga, Paulo Flores e Batida; a cabo verdiana Mayra Andrade; e a moçambicana Selma Uamusse.

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