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Nova greve de funcionários públicos à vista na Guiné-Bissau


Sede do Governo da Guiné-Bissau

União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (UNTG) entregou pré-aviso de greve a partir de 1 de Junho

Os trabalhadores da Função Pública na Guiné-Bissau poderão regressar à greve a partir do próximo 1 de Junho se antes o Governo e a União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (UNTG) não chegarem a um entendimento.

Depois do Presidente da República, Úmaro Sissoco Embaló, ter anunciado o fim das greves e o Ministério das Finanças ter condicionado, na semana passada, o pagamento de salários de funcionários de vários ministérios à justificação de falta devido à greve, a UNTG entregou ontem mais um pré-aviso de greve.

O secretário-geral daquela central sindical, Júlio Mendonça, confirmou a pretenção da greve e reiterou que ela se concretizará caso o Executivo não satisfaça as suas exigências que são, principalmente, a exoneração de funcionários contratados sem concurso público, a melhoria das condições laborais, o aumento em 100 por cento do salário mínimo, que actualmente é de 50 mil francos cfa (83 dólares euros) e o pagamento de todos os salários em atraso.

Desde Dezembro, os trabalhadores da Função Pública têm realizado diversas greves.

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