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MPLA e oposição com leituras diferentes sobre transparência eleitoral em Angola


Um eleitor mostra o dedo pintado com a tinta indelével depois de votar em Luanda, Angola. 23 de Agosto 2013

Debate no Parlamento revela profundas fracturas em ano eleitoral

O partido no poder e a oposição em Angola mantêm visões contrárias em relação à transparência dos processos eleitorais.

O tema esteve em análise no Parlamento
com animados debates numa altura em que o país caminha em direcção a mais um pleito eleitoral.
Transparencia eleitoral em debate - 19:43
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A iniciativa que veio do partido no poder em promover um debate considerado por observadores de fracturante, levantou muitas suspeições, devido facto de o MPLA se constituir no principal epicentro das acusações da oposição, quanto às supostas violações da legislação eleitoral.

Um dos temas recorrentes do debate sobre a transparência é o facto de a lei orgânica das eleições gerais não ter sido aprovada por consenso, como pretendiam todos os grupos parlamentares.
As posições irreconciliáveis em alguns pontos levaram a que a maioria parlamentar
aprovasse a lei, despoletando críticas e acusações da oposição.

Durante o debate, o partido no poder socorreu-se de relatórios de observadores nacionais e internacionais para justificar a legitimidade dos processos eleitorais já realizados no país, enquanto os partidos
na oposição reafirmaram a sua posição, segundo a qual, os processos eleitorais nunca foram transparentes.

Mais uma vez, os políticos representados na Assembleia Nacional não tiverem competência para indicar caminhos que possam resolver o clima reiterante de suspeições.
A VOA traz os pontos de vista dos deputados Maurilio Luyelle, da UNITA, e João
Martins, do MPLA, e do analista político Olivio Kilumbo

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