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Movimento Humanista apoia alfabetização em Luanda


Alunos do Centro Kudilonga

“Os nossos professores têm coragem de dar aulas a nós as mamãs e não pagamos nada,” diz Albertina Nambuenjo, uma das alunas do centro apoiado.

O Movimento Humanista (MH), organização não-governamental, espera que 2018 seja um ano marcadamente solidário, e dá o exemplo angariando material escolar para um centro de alfabetização.

O seu presidente, Josemar Pereira, diz que que está preocupado com o ano lectivo 2018 no Centro de Alfabetização Kudilonga, no Bairro Campismo, distrito do Hoji-Ya-Henda, em Luanda.

Movimento Humanista apoia alfabetização em Luanda
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Os beneficiários desta acção filantrópica dos jovens do MH são crianças e adultos que estudam naquele centro por não terem encontrado oportunidades nas instituições do Estado.

Para eles, o apoio do MH representa um maior incentivo à aprendizagem no meio de dificuldades.

“Os nossos professores têm coragem de dar aulas a nós as mamãs e não pagamos nada,” diz Albertina Nambuenjo, uma das alunas do centro.

Jovens do Movimento Humanista, Luanda
Jovens do Movimento Humanista, Luanda

Orgulhosa, ela afirma que “já estou a soletrar, até na bíblia já consigo ler um pouco, por isso encorajo outras pessoas para virem aqui (…) eu não sabia nada, mas agora já sei ler”.

António Moreira tem 12 anos de idade e encontrou naquele centro a oportunidade para mudar.

“Eu deixo a mensagem para alguns meninos que vivem próximo daqui que venha ao Kudilonga estudar, porque se ficarem sem estudar vão crescer analfabetos”, diz o menino que frequenta a 4ª classe.

Os alunos elogiam o desempenho dos professores.

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