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Moçambique quer travar a transmissão vertical de HIV


Neste momento, 2.1 milhões de pessoas vivem com o vírus no país.

Moçambique pretende fortalecer a prevenção e qualidade do tratamento para a eliminação da epidemia do HIV e a mulher grávida está no centro das atenções.

Moçambique aposta no corte da transmissão vertical
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A Associação Hixikhanwe (Estamos Juntos) tem registado progresso na sensibilização da mulher na fase pré-natal«, por forma a evitar novas infecções, diz a sua presidente Judite Mutote.

"No passado era muito difícil sensibilizar as mulheres grávidas, mas agora conseguimos encaminhar as mulheres,” aos centros de saúde afirma.

Mutote explica que o desafio é agora convencer os parceiros no sentido de compreenderem a importância da testagem e serviços.

A abordagem desta organização está alinhada ao plano das autoridades e Nações Unidas.

"Uma das novas estratégias que temos é a abordagem do HIV/SIDA de uma forma familiar; em vês de direccionar a atenção só à mulher grávida, tentamos direccionar atenção a família com vista a apoiar a mulher a tomar os medicamentos", diz Rosa Marlene, directora Nacional de Saúde Pública.

Para ela, "se o homem não assume que ele mesmo pode ser seropositivo como é que vai assumir a seropositividade da mulher? Para nós, a maior aposta tem que ser o homem”.

Djamila Cabral, representante da Organização Mundial da Saúde em Moçambique, reconhece que o país registou progressos notáveis na área de controlo da pandemia, olhando para os cuidados de saúde primários.

Ela diz que "os cuidados de saúde primários nas comunidades também têm que constituir peças importantes na luta contra o HIV/SIDA".

Neste momento, 2.1 milhões de pessoas vivem com o vírus no país.

O número de doentes com HIV, vírus que causa a sida, que beneficiam de tratamento antirretroviral em Moçambique triplicou entre 2013 e 2017.

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