O comboio é cada vez mais a alternativa considerada barata e segura para muitos cidadãos da região centro, que querem deslocar-se da Beira, segunda cidade do país, para Tete, onde se localizam os grandes projectos de exploração de carvão mineral.
Apesar de ser mais demorada, chegando, por exemplo, a viagem da Beira a Moatize, na Província de Tete, a durar mais de vinte horas, os passageiros não desanimam.
Leva mais tempo, mas é mais seguro, tendo em conta o conflito armado no país.
Caminhos de Ferro de Moçambique, um dia na estação de Moatize
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Uma mulher caminha ao lado da linha férra na estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Passageiros em fila para comprar bilhete de comboio à estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Locomotiva parada na estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Meninos apanham garrafas de plástico vazias na estação de Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Ambrósio Magona, chefe da estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Passageiros chegando à estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Passageiros chegando à estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Um menino apanha garrafas de plástico vazias na estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Pessoas vendendo água na estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Passageiros chegaram à estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Sacos de sementes na estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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Uma mulher coloca uma mala na cabeça de outra na estação de Caminhos de Ferro de Moçambique em Moatize
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