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Moçambique diz que precisa de 100 milhões de dólares anuais para combater a malária


Mosquito transmissor da malária

O país tem um Plano Estratégico que prevê que, até 2022, reduza em 40 por cento, o número de casos e de óbitos da doença.

Em Moçambique, as autoridades de saúde dizem que foi registada uma redução no número de casos de malária, mas a prevenção continua difícil.

A malária é, aliás, a principal causa de atendimento nas consultas externas e a principal causa de mortalidade em crianças menores de cinco anos.

E o impacto sócio-económico da doença é avassalador, estando o país a gastar entre seis a oito milhões de dólares americanos, por ano, em programas de combate e prevenção.

Esses são valores considerados irrisórios.

Baltazar Candrinho, que é o Director do Programa Nacional de Controlo da Malária, diz que, para uma acção mais eficaz e abrangente, seriam necessários, anualmente, entre 90 a 100 milhões de dólares americanos. Dinheiro para investir sobretudo na prevenção.

Moçambique tem um Plano Estratégico de Combate à Malária. Plano que prevê que, até 2022, o país reduza, em 40 por cento, o número de casos e de óbitos da doença.

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