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Ministério da Justiça disponibiliza mais dados do Relatório Mueller


Nancy Pelosi,líder dos democratas e da Càmara dos Deputados

Os democratas do Congresso dos Estados Unidos conseguiram um raro acordo para investigar o Presidente Donald Trump, com o Ministério da Justiça, que aceitou disponibilizar mais evidências obtidas na investigação do procurador especial Robert Mueller.

O compromisso, uma incomum concessão de Trump nasua campanha de bloqueio contra os democratas da Câmara, aconteceu pouco antes de um painel da Casa ter recebido o depoimento de mais de quatro horas de John Dean, uma figura histórica do caso Watergate, qu7e levou à renúncia do então Presidente, Richard Nixon.

Antes de Dean falar ao Comité de Justiça da Câmara, Trump aproveitou a oportunidade para criticar o ex-assessor da Casa Branca no Governo Nixon, chamando-o de “advogado sujo” no Twitter.

Dean disse ao painel que havia semelhanças entre o relatório da investigação feita por Mueller, publicado de maneira parcial em meados de abril, e um documento de 1974, conhecido como o Mapa de Watergate, no qual um procurador especial apresentava o caso contra Nixon.

“Mueller disponibilizou um mapa a esse comité”, disse Dean, que foi parte de um painel de testemunhas.

O relatório e Mueller concluiu que a Rússia interferiu nas eleições americanas de 2016 e que a campanha eleitoral de Trump tinha múltiplos contactos com autoridades russas.

Mas o relatório encontrou evidências insuficientes para estabelecer uma conspiração entre a campanha e o governo de Moscou.

O documentoi também indicou 10 momentos nos quais Trump tentou interferir na investigação de Mueller mas se recusou a emitir um julgamento sobre se aquilo representaria obstrução de justiça.

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