O reposicionamento dos soldados ocorre após ferimentos infligidos a quatro militares Americanos durante operação de evacuação no estado de Jonglei.
O Comando dos Estados Unidos para África, Africom, disse esta terça-feira que os soldados chegaram a Camp Lemonnier no Djibouti, idos de uma base aérea em Espanha.
AFRICOM nota ser esta a primeira vez que a força de fuzileiros terra-ar é colocada em África, em apoio de uma missão operacional.
Benjamin Benson, porta-voz da AFRICOM diz que o movimento se deve à “possibilidade de ameaças contra pessoal e instalações dos Estados Unidos’ no Sudão do Sul.
O Sudão do Sul tem sido sacudido pela violência devido à rixa política entre o presidente e o seu vice-presidente que dividiu os militares. Testemunhas oculares referem também o aumento das mortes étnicas.
Na semana passada, os Estados Unidos enviaram 45 soldados para o país para proteger civis e guardar a embaixada enquanto os cidadãos foram retirados do Sudão do Sul.
No sábado, quatro soldados Americanos seriam feridos por desconhecidos armados que dispararam contra os seus helicópteros durante uma missão de evacuação no estado de Jonglei.
Benson nota que os militares ajustaram a sua estratégia em resposta às ameaças externas após o ataque ao consulado americano em Bengasi, Líbia, no ano passado que deixou 4 mortos, incluindo o embaixador norte-americano.
O presidente sudanês do sul, Salva Kiir, e o vice-presidente Riek Machar aceitaram, condicionalmente, sentarem-se para conversações destinadas a resolver a presente crise.
Kiir acusa Machar de estar por detrás da tentativa de golpe na origem da violência da semana passada. Machar nega as acusações, mas falou das suas ambições presidenciais e apelou às forcas armadas que deponham Kiir.
Soldados desertores assumiram controlo das capitais estaduais do Jonglei e Unity. O governo prometeu enviar tropas para recuperar aqueles territórios.
O Comando dos Estados Unidos para África, Africom, disse esta terça-feira que os soldados chegaram a Camp Lemonnier no Djibouti, idos de uma base aérea em Espanha.
AFRICOM nota ser esta a primeira vez que a força de fuzileiros terra-ar é colocada em África, em apoio de uma missão operacional.
Benjamin Benson, porta-voz da AFRICOM diz que o movimento se deve à “possibilidade de ameaças contra pessoal e instalações dos Estados Unidos’ no Sudão do Sul.
O Sudão do Sul tem sido sacudido pela violência devido à rixa política entre o presidente e o seu vice-presidente que dividiu os militares. Testemunhas oculares referem também o aumento das mortes étnicas.
Na semana passada, os Estados Unidos enviaram 45 soldados para o país para proteger civis e guardar a embaixada enquanto os cidadãos foram retirados do Sudão do Sul.
No sábado, quatro soldados Americanos seriam feridos por desconhecidos armados que dispararam contra os seus helicópteros durante uma missão de evacuação no estado de Jonglei.
Benson nota que os militares ajustaram a sua estratégia em resposta às ameaças externas após o ataque ao consulado americano em Bengasi, Líbia, no ano passado que deixou 4 mortos, incluindo o embaixador norte-americano.
O presidente sudanês do sul, Salva Kiir, e o vice-presidente Riek Machar aceitaram, condicionalmente, sentarem-se para conversações destinadas a resolver a presente crise.
Kiir acusa Machar de estar por detrás da tentativa de golpe na origem da violência da semana passada. Machar nega as acusações, mas falou das suas ambições presidenciais e apelou às forcas armadas que deponham Kiir.
Soldados desertores assumiram controlo das capitais estaduais do Jonglei e Unity. O governo prometeu enviar tropas para recuperar aqueles territórios.
Violência no Sudão Sul
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Uma menina transporta na cabeça uma bacia de água para o seu abrigo improvisado no campo de refugiados das Nações Unidas, que é agora a casa de milhares de pessoas deslocadas de guerra, resultante do conflito que eclodiu em Jebel, arredores de Juba. Dez. 31 2013.
Os confrontos no Sudão do Sul alargaram-se nesta quarta-feira, 18 Dez., a áreas além de Juba, onde tudo começou no Domingo
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Um soldado do exército sul-sudanês patrulha Malakal, no Estado do Alto Nilo, no Sudão do Sul.Dez. 31, 2013.
Os confrontos no Sudão do Sul alargaram-se nesta quarta-feira, 18 Dez., a áreas além de Juba, onde tudo começou no Domingo
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Uma mulher estende a roupa na parede de plástico que faz de casa de banho, no campo de refugiados das Nações Unidas, que é agora a casa de milhares de pessoas deslocadas de guerra por causa do conflito que eclodiu em Jebel, arredores de Juba, capital do Sudão do Sul. Dez. 31, 2013.
Os confrontos no Sudão do Sul alargaram-se nesta quarta-feira, 18 Dez., a áreas além de Juba, onde tudo começou no Domingo
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Uma família faz chá fora do seu abrigo improvisado no campo de refugiados das Nações Unidas, nova casa de milhares de deslocados de guerra por causa do conflito que eclodiu em Jebel, arredores da capital Juba, no Sudão do Sul. Dez. 31, 2013.
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Um jovem dorme no arco da roda do camião de água enquanto outros jovens vão se abastecendo, no campo de refugiados das Nações Unidas que se tornou a casa de muitos deslocados de guerra no Sudão do Sul, que eclodiu nos arredores da capital, Juba.
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Yared tem dois anos e está no colo da mãe, Madhn, que chegou de Bor há alguns dias. Madhn recebe medicamentos para o filho na tenda dos Médicos Sem Fronteiras, no campo de refugiados das Nações Unidas que se tornou a casa de milhares de deslocados de guerra.
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Deslocados de guerra juntam-se numa rede mosquiteira, fugidos do conflito entre o exército sul-sudanês e os rebeldes da cidade de Bor a 180km da capital Juba. Dez. 30, 2013.
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O Presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir (no meio) posando para a fotografia com os seus homólogos da Etiópia, Hailemariam Desaleg (esquerda) e Quénia, Uhuru Kenyatta (direita), Dez. 26, 2013.
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O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon grava uma mensagem para o povo do Sudão do Sul.
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Crianças deslocadas de guerra acampanhas na base da ONU em Tomping, perto do Aeroporto Internacional de Juba. Dez. 24, 2013.
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O Chefe da ONU para a ajuda humanitária no Sudão do Sul, Toby Lanzer, foi verificar a situação no campo de refugiados em Bentiu. Sudão do Sul, Dez. 24, 2013. (UNMISS)
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Toby Lanzer, à esquerda, de visita ao campo de refugiados da ONU em Bentiu, um Estado do Sudão do Sul rico em petróleo. Dez. 24, 2013.
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Equipa do Programa Alimentar Mundial descarrega um camião de comida para o campo de refugiados da ONU. Juba, Dez. 24, 2013. (WFP)
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Uma mulher deslocada de guerra caminha com uma caixa de comida na cabeça, no campo de refugiados da ONU. Juba, Dez. 23, 2013. (WFP)
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Famílias deslocadas de guerra no Sudão do Sul estão no campo de refugiados instalado pela ONU em Jabel, nos arredores de Juba. Dez. 23, 2013.
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Meninos deslocados ao lado do arame farpado dentro do cmapo de refugiados instalado pela Missão das Nações Unidas no Sudão (UNMIS) em Juba Dez 19, 2013. O governo do Sudão do Sul tem combatido para reconquistar o control da cidade.
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Soldados do exército sul sudanês nas ruas de Juba. Dez. 20, 2013.
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A ONU no Sudão transfere alguns membros não essenciais para o Uganda. Aeroporto Internacional de Juba.
Dez. 22, 2013. (UNMISS)
Dez. 22, 2013. (UNMISS)
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Um soldado da SPLA conduz um veículo em Juba. Mediadores africanos solicitaram um encontro com os rivais do Presidente do Sudão do Sul com a intenção de porem fim ao conflito. Dez. 21, 2013REUTERS/Gora
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Soldados da SPLA num camião em Juba Dez. 21, 2013. REUTERS/Stringer
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Nesta foto enviada pela Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS), o Estado-Maior General das Forças Armadas Delali Sakyi do Gana põe flores nos caixões dos dois colegas que morreram na passada quinta-feira
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Uma mulher deslocada de guerra cozinha a farinha de milho no campo de refugiados em Juba. Dez. 23, 2013.
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Médicos da Missão das Nações Unidas (UNMISS) na República do Sudão do Sul assistem civis num hospital de refugiados dirigidos por uma equipa cambodjana, em Juba. Dez. 18 , 2013. (UNMISS)
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Civis chegam ao hospital da UNMISS montado junto ao Aeroporto Internacional de Juba para sairem do país como refugiados. Dez. 17, 2013. (UNMISS)
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Civis descansam no campo das Nações Unidas nos arredores de Juba. Dez. 17, 2013.
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Civis chegam ao campo da UNMISS junto ao Aeroporto Internacional de Juba para sairem como refugiados. Dez. 17, 2013. (UNMISS)
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Um soldado das Nações Unidas de guarda à entrada do campo de refugiados da UNMISS junto ao Aeroporto Internacional de Juba. Dez. 17, 2013. (UNMISS)
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