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"Mentes dos políticos ainda estão armadas", diz analisa angolano no Dia da Paz


Angolanos querem melhores condições de vida

Em Angola assinala-se neste 4 de Abril o dia da paz, em celebração do Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, assinado em 2002 entre o Governo angolano e a UNITA, acto que mudou o curso da história do país.

Mas 17 anos depois, os angolanos querem melhorias das condições básicas, enquanto analistas apontam para do que chama de “necessidade do desarmamento das mentes”.

Gervasio Caetano, jovem de 19 anos de idade que diz não ter vivido o conflito armado, afirma que os cidadãos precisam de melhores condições de vida.

“Têm que melhorar a vida, têm que dar melhores condições aos cidadãos”, afirmou Caetano, enquanto Giovany Tandas apela à “melhoria do fornecimento da energia elétrica, água potável e saneamento básico”.

“Imagine que a minha mãe ganha apenas 50 mil kwanza e isso não ajuda”, conta Tandas.

Entretanto, para o analista Rui Kandove, as mentes dos políticos ainda continuam armadas.

“As populações foram desarmadas, mas quando vemos os políticos parecem ainda completamente armados”, defendeu Kandove.

O 4 de Abril de 2002 marcou o fim de uma longa guerra civil em Angola.

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