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Mayotte, devastada por ciclones, em alerta vermelho para nova tempestade

Trabalhadores limpam uma rua na cidade de Mamoudzou, no território francês de Mayotte, no Oceano Índico, que foi devastado por um ciclone, a 29 de dezembro de 2024.
Trabalhadores limpam uma rua na cidade de Mamoudzou, no território francês de Mayotte, no Oceano Índico, que foi devastado por um ciclone, a 29 de dezembro de 2024.

Os habitantes do território francês de Mayotte prepararam-se no domingo para uma tempestade que deverá trazer ventos fortes e inundações repentinas, menos de um mês após o arquipélago do Oceano Índico ter sido devastado por um ciclone mortal.

Mayotte foi colocado em alerta vermelho a partir das 1900 GMT de sábado, antecipando a passagem do Dikeledi, uma tempestade que se prevê passar a cerca de 100 quilómetros a sul do território.

Ciclone Chido deixa mais de trinta mortes e muita destruição em Moçambique

Edifícios parcialmente destruídos depois de o ciclone Chido ter atingido  o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
1/14 Edifícios parcialmente destruídos depois de o ciclone Chido ter atingido  o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Pessoas  no meio de edifícios destruídos, árvores desenraizadas e destroços após o ciclone Chido ter atingido o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
2/14 Pessoas  no meio de edifícios destruídos, árvores desenraizadas e destroços após o ciclone Chido ter atingido o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter atingido Moçambique, no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
3/14 Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter atingido Moçambique, no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Crianças caminham ao lado de edifícios danificados e destruídos após a passagem do ciclone Chido no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
4/14 Crianças caminham ao lado de edifícios danificados e destruídos após a passagem do ciclone Chido no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Pessoas no meio de edifícios destruídos, árvores desenraizadas e destroços após o ciclone Chido ter atingido Moçambique, no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
5/14 Pessoas no meio de edifícios destruídos, árvores desenraizadas e destroços após o ciclone Chido ter atingido Moçambique, no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Uma pessoa no meio de árvores desenraizadas e detritos após o ciclone Chido ter atingido Moçambique, no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de drone.
6/14 Uma pessoa no meio de árvores desenraizadas e detritos após o ciclone Chido ter atingido Moçambique, no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de drone.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter atingido o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
7/14 Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter atingido o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Pessoas de pé no meio de edifícios destruídos, árvores desenraizadas e destroços após o ciclone Chido ter atingido Moçambique, no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
8/14 Pessoas no meio de edifícios destruídos, árvores desenraizadas e destroços após o ciclone Chido ter atingido o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Pessoas de pé no meio de edifícios destruídos, árvores desenraizadas e destroços após o ciclone Chido ter atingido Moçambique, no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
9/14 Pessoas de pé no meio de edifícios destruídos, árvores desenraizadas e destroços após o ciclone Chido ter atingido Moçambique, no distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
10/14 Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Pessoas caminham ao lado de edifícios destruídos  depois de o ciclone Chido ter atingido o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
11/14 Pessoas caminham ao lado de edifícios destruídos  depois de o ciclone Chido ter atingido o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
12/14 Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
13/14 Edifícios parcialmente destruídos e árvores desenraizadas permanecem depois de o ciclone Chido ter o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone. 
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
Uma pessoa trabalha num edifício parcialmente destruído depois de o ciclone Chido ter atingido o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
14/14 Uma pessoa trabalha num edifício parcialmente destruído depois de o ciclone Chido ter atingido o distrito de Mecufi, província de Cabo Delgado, Moçambique, a 16 de dezembro de 2024, nesta captura de ecrã retirada de um vídeo de um drone.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique atualizou para 34 o número de vítimas mortais depois da passagem do ciclone Chido pelo Norte do país no fim de semana.
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A tempestade atingiu a costa norte de Madagáscar como ciclone no sábado, 11, à noite e enfraqueceu, tornando-se uma tempestade tropical severa, mas espera-se que recupere a intensidade à medida que se aproxima de Mayotte.

Poderá ser reclassificado como ciclone na segunda-feira de manhã, de acordo com o serviço meteorológico francês Meteo-France.

As autoridades apelaram a uma “vigilância extrema” após a devastação causada pelo ciclone Chido em meados de dezembro. “Está confirmada uma deterioração significativa da chuva e do vento para a manhã de hoje” em Mayotte, informou a Meteo-France numa atualização feita pouco antes das 6 horas locais de domingo.

“Chuvas muito fortes podem gerar inundações repentinas”, advertiu, acrescentando que são esperadas inundações e deslizamentos de terra nas próximas horas. Poderá também trazer rajadas de vento de até 90 quilómetros por hora para o território francês, bem como “condições marítimas perigosas”.

Os habitantes foram aconselhados a procurar abrigo e a abastecer-se de alimentos e água. “Nada está a ser deixado ao acaso”, disse Manuel Valls, o novo ministro dos territórios ultramarinos de França.

O ciclone Chido - a tempestade mais devastadora que atingiu o departamento mais pobre de França em 90 anos - causou danos colossais no mês passado, matando pelo menos 39 pessoas e ferindo mais de 5.600.

François-Xavier Bieuville, o mais alto funcionário nomeado por Paris no território, disse que Mayotte foi colocado em alerta vermelho a partir das 22 horas de sábado para permitir que os habitantes se abriguem.

“Decidi antecipar este alerta vermelho para as 22h00, para permitir que todos se abriguem, se confinem, cuidem das pessoas que vos são próximas, dos vossos filhos, das vossas famílias”, declarou Bieuville na televisão.

Mensagens em francês e em duas línguas regionais foram difundidas na rádio e na televisão para alertar a população.

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