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Manecas Costa: "A música tem que ser vista"


Manecas Costa (centro) ladeado por Pérola (esq.) Soraia Ramos (dir.) e os irmãos Calema (atrás)

O músico e compositor da Guiné-Bissau está nomeado para os prémios da AFRIMA em duas categorias, pelo seu trabalho colaborativo musical da lusofonia "Kua Buaru"

Músico, compositor e produtor, Manecas Costa, natural de Cacheu, Guiné-Bissau, tem colocado o seu país no mapa musical. Cedo criou “África Livre” uma banda que formou com o irmão. O reconhecimento dos seus dotes musicais ultrapassa as fronteiras do seu país e aos 19 anos a UNICEF convida-o para Embaixador da Boa Vontade.

Devido à instabilidade na Guiné-Bissau viaja para Portugal no mesmo ano em que é editado o seu primeio LP “Mundo di Fema”. Trabalha com inúmeros nomes sonantes da música da lusofonia e não só. E sucedem-se os discos – “Fundo di Matu” ou “Paraíso di Gumbe” - e colaboraçōes com músicos como Tito Paris, Soraia Ramos, Calema, Paulo Flores, ou Mariza; tournés, festivais. São de facto muitas as colaboraçōes, parcerias e os festivais a que emprestou a voz, a sua perícia instrumental e os seus dotes de arranjador, compositor, produtor.

Manecas vê o seu nome nomeado em duas categorias do “All Africa Music Awards” por “Kua Buaru” dos Calema: melhor colaboração e melhor duo, grupo, banda africano. Uma colaboração que junta Manecas, Pérola, Soraia Ramos ao jovem duo são-tomense. A cerimónia em que se conhecerão os vencedores terá lugar em Lagos na Nigéria de 19-21 deste mês. Uma oportunidade para uma conversa com Manecas Costa que colocou a música guineense no patamar da internacionalização.

Manecas Costa: "A música tem que ser vista"
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